TIC e Educação Distância


Tecnologias , Informações e Comunicações (TICs) na utilização da internet em EAD

From: phgsimon, 4 months ago





Este trabalho se refere ao uso das principais TICs na internet a favor da Educação a distância e a necessidade dos educadores em conhecê-las e usá-las com sucesso !
A apresentação faz parte da finalização do módulo II - Curso para formação de tutores - Portal EADVIRTUAL.
Aluna / cursista : Patrícia Mizutani


SlideShare Link

Paradigmas Educação e Internet


Novos Paradigmas na Educação

From: marilenajardim, 4 months ago





A pedogogia relutando em aceitar as tecnologias contemporâneas dentro da escola pode sofrer uma exclusão social. Deve-se haver uma mudança nos paradigmas na educação.


SlideShare Link

Comunidade Virtual

A comunidade virtual é constituída através de um fórum de discussão ou alguma outra forma de conferência em rede, ao qual os estudantes acedem, seja através de ambientes de “chat” sincronizados, e-mail ou através de alguma forma de combinação de métodos de comunicação.

Um instrumento onde um grupo de pessoas tem um interesse comum num tópico, tarefa ou problema, com a oportunidade e o compromisso de trabalhar como equipa; com ferramentas para partilhar múltiplas perspectivas e produção de conhecimento como objectivo ou resultado comum, Riel (2000).
É como um alargamento da comunidade real de "olhos nos olhos" para um novo espaço de interacção, um espaço virtual onde os fluxos de relações solidárias podem ser criados. É uma fusão do espaço mental dos indivíduos.

Mas onde estará no futuro os limites da comunidade virtual?

Palloff e Pratt (1999) sugerem que a interacção activa da comunidade virtual envolve tanto o conteúdo do curso como comunicação pessoal, a aprendizagem colaborativa pelo acordo ou questionamento com a intenção de atingir concordância em questões de significado, pelo que os estudantes precisam de espaço de “comunidade” que inclua contacto social e emocional, bem como intelectual e académico.
Apontam seis elementos para a sua génese: honestidade, receptividade, cooperação, relevância, respeito, abertura e capacitação.
Os pontos fulcrais das aulas online, tal como Harasim et al (1995) identificaram, são:

-O papel do professor, que muda para facilitador e mentor;
-Os estudantes tornam-se participantes activos e as discussões tornam-se mais profundadas;
-O acesso a recursos é significativamente expandido;
-Os alunos tornam-se mais independentes;
-O acesso aos professores torna-se igualitário e directo;
-A educação centra-se no aluno;
-As oportunidades de aprendizagem são iguais para todos os alunos;
-Aumenta a comunicação pessoal entre os participantes;
-O ensino e a aprendizagem são colaborativos;
-Há mais tempo para reflectir nas ideias;
-Expande-se a troca de ideias e pensamentos entre os estudantes;
-Quebra-se a hierarquia professor-aluno. Os professores tornam-se alunos e os alunos tornam-se professores.

Em resumo: verifica-se cada vez mais a importância da comunidade nos ambientes de aprendizagem on-line e a necessidade de colaboração para promover essa mesma comunidade.
A comunidade virtual é tida como um objectivo desejável, pelo menos em parte, porque sem ela os cursos online tornam-se mera transmissão de informações.




A distância transaccional

É a diferença de conhecimento, percepção e comunicação existente entre professor e aluno e que deve ser colmatada através de procedimentos específicos para facilitação dessa interacção.

Introduzido por Moore em 1980 como uma medida de envolvimento de estudantes em cursos de educação à distância, a distância transaccional, é pedagógica e não geográfica, necessitando para o efeito de procedimentos de ensino e de uma organização especiais, composta por duas variáveis: estrutura (design do curso) e diálogo (meio de comunicação utilizado).

Esta autonomia do aluno, sugere que no outro extremo esteja o controlo do professor e é vista como o nível do controlo do estudante sobre o planeamento, execução, e evolução do seu próprio trabalho, Moore (1989).
Às interacções que Moore apresenta: aluno-conteúdo, aluno-instrutor, e aluno-aluno. Hilman et al (1994) junta outra interacção: aluno-interface.
Estas quatro interacções têm sido sugeridas como o local para estudar e medir a distância transaccional.
Então qual a grande questão da distância transacional?
São as diferentes relações e a intensidade destas relações, especialmente o comportamento de professores e alunos, sem no entanto, e qualquer que seja a dinâmica de cada transacção do ensino-aprendizagem compreender como os estudantes constroem o seus conhecimentos em ambientes educativos à distância.