A distância transaccional

É a diferença de conhecimento, percepção e comunicação existente entre professor e aluno e que deve ser colmatada através de procedimentos específicos para facilitação dessa interacção.

Introduzido por Moore em 1980 como uma medida de envolvimento de estudantes em cursos de educação à distância, a distância transaccional, é pedagógica e não geográfica, necessitando para o efeito de procedimentos de ensino e de uma organização especiais, composta por duas variáveis: estrutura (design do curso) e diálogo (meio de comunicação utilizado).

Esta autonomia do aluno, sugere que no outro extremo esteja o controlo do professor e é vista como o nível do controlo do estudante sobre o planeamento, execução, e evolução do seu próprio trabalho, Moore (1989).
Às interacções que Moore apresenta: aluno-conteúdo, aluno-instrutor, e aluno-aluno. Hilman et al (1994) junta outra interacção: aluno-interface.
Estas quatro interacções têm sido sugeridas como o local para estudar e medir a distância transaccional.
Então qual a grande questão da distância transacional?
São as diferentes relações e a intensidade destas relações, especialmente o comportamento de professores e alunos, sem no entanto, e qualquer que seja a dinâmica de cada transacção do ensino-aprendizagem compreender como os estudantes constroem o seus conhecimentos em ambientes educativos à distância.

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